Epic Fail Day ¬¬ – Adendo

18 12 2010

E a minha mãe acha que estou bravinho só pra ela  não me encher o saco porque não fiz nada em casa… PORQUE EU ESTOU MUITO PUTO!

Incompreensão WINS!

 

Jovem Urso

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Epic Fail Day ¬¬

18 12 2010

É… hoje foi um dia extremamente falho… Detesto quando dias assim acontecem, taqueopariu… E geralmente acontecem por causa de uma sucessão de erros cometidos por mim e interrupções nos meus afazeres… Tinha planejado um dia… aconteceu outro completamente diferente, pelamor. Tudo bem, coisas adversas sempre acontecem, mas caramba… Várias no mesmo dia?? E olha que eu não estou andando com Murphy…

Tentativas sucessivas de fazer algo produtivo no meu jogo… FAIL
Tentativas de arrumar a casa… FAIL
Tentativas de dormir à tarde… FAIL
Tentativas de comprar coxinha à noite em paz… FAIL!!!!!
Tudo… FAIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O pior é que isso consome grandemente as minhas energias… Meus pensamentos ficam turvos, mas um bilhão deles passam pela minha cabeça e e eu não consigo me concentrar em nenhum. Fico paranóico e agressivo… Não gosto disso.

Acho que vou dormir cedíssimo… Só espero que pra melhorar os meus raríssimos pesadelos não aconteçam de novo…

 

Jovem Urso





Jovem Urso Informa

18 12 2010

Estava eu passeando pelo meu reader e vi um post deveras interessantíssimo no Mãe, Sou Gay. Primeiramente gostaria de parabenizar a autora do blog pelos ótimos posts, que já venho lendo a algum tempo. Pretendo passar o endereço desse blog para a minha própria mãe, quando esta estiver “incluída digitalmente” e souber da minha condição… (não sei como ela sobrevive sem internet até hoje, mas…).

Realmente, penso que a educação quanto à homossexualidade nas escolas é um tanto falha, pois não faz muito tempo que saí dela (1 ano apenas). Apesar de não aparentar tanto ser gay, eu me sentia acuado com os comentários que eram feitos a respeito de nós… Juro que, até os 16 anos, eu pensava que TODOS os gays, uma hora ou outra ficavam efeminados e um pouco andróginos (nada contra os efeminados) e temia por isso, pois não imaginava como eu iria conviver com isso. Agora sei que existem os efeminados, os que dão um pouco de pinta, os que não dão pinta nenhuma, dentre outros tipos.

São pessoas normais como qualquer outra, com características únicas como qualquer outra. A escola pública (e a particular também, convenhamos) carece de informações sólidas a respeito desse assunto e achei bem bacana a iniciativa de ter sido criado um Kit Escola Sem Homofobia. Como minha mãe sempre me dizia, a educação na escola e em casa é a base para a formação do caráter de uma pessoa. Apesar de os alunos não absorverem com eficiências certas matérias por causa de dificuldades próprias, uma coisa é certa: alunos absorvem os resultados das relações interpessoais que tem na escola.

Não vou prolongar mais, pois não sou nenhum pedagogo nem teórico na área e, ainda, não tenho tanta vivência para dissertar mais longamente sobre isso. Acho mais do que importante disseminar essa notícia. Leiam, e se já tiverem lido e quiserem ler de novo para ver se perderam alguma parte da notícia, leiam de novo, =)

 

Jovem Urso





Inspirações – III

15 12 2010

Pássaro Errante

É mais uma noite de festa no litoral… Eu só quero saber de me divertir, como sempre. Bom… não se há muito o que fazer quando se é belo, simpático e todos requisitam sua presença. Apesar disso, não me incomodo com esse assédio. Sinto-me bem, muito bem. Tão bem que posso circular pelo pier sem medo de olhar nos olhos de qualquer cara que está a dançar e arrancar um sorriso de seus lábios.

Mas sempre que avisto um que não sorri… logo invisto, como uma fera indomável que nunca se satisfaz com o que já tem.

Olhares, uma meia conversa jogada fora, outra meia conversa de sacanagens, meu nome, nome dele, aproximação, beijo, despedida, sorriso. Um ciclo repetitivo a toda balada. Talvez estivesse me enchendo daquilo, talvez tivesse me acomodado, mas eu me sentia vazio, como um objeto que só servia para alegrar os outros… ou eu me sentia importante, pois trazia a alegria pros outros?

Questionava-me todos os dias quando me atirava do pier no meio da balada, para atrair a atenção de todos. Desespero, suspiros, choro, risadas… Nunca existia a indiferença para mim. Nunca queria que existisse isso. Entretanto, eu não percebia que eu não estava nem aí pra eu mesmo. Existia para os outros, só e somente pros outros…

Quando voltava pra casa, com o raiar do sol no mar, minhas roupas molhadas, meu cabelo desengrenhado e uma vontade imensa de me deitar em qualquer canto, eu podia ouvir um músico em algum lugar do caminho a tocar uma melodia triste. Era um instrumento estranho. Não entendia de música, senão eletrônica… mas era um instrumento muito distindo. Suas notas ecoavam ao vento de uma maneira única e chegava sutilmente aos meus ouvidos. Sentia-me, então, como um pássaro errante e solitário, mas belo… muito belo…





Inspirações – II

11 12 2010

Solitude

Da janela do meu quarto, ficava eu a observar as pessoas passeando pela rua, enquanto o sol se punha vagarosamente sob as ondas do mar. Eram pessoas de todos os tipos… alegres, tristes, apaixonadas, enraivecidas… mas todas me pareciam iguais. Tinham sentimentos por alguém, mesmo que esse alguém fosse a própria pessoa. Eu era diferente. Havia me desligado do mundo por opção. A solitude e a indiferença me confortam, me protegem e me fazem sentir seguro dentro delas. Ferido fui, e nunca me recuperei, mas obtive consolação nesse meu estado de isolamento.

Mas confesso que ainda espero que alguém penetre esse manto negro da reclusão e me tire daqui.

 

Jovem Urso





Cutucando a ferida…

8 12 2010

Talvez muita gente não entenda que coisas impregnadas com certos esteriótipos nem sempre são aquilo que parece. Não falo de gordos, magros, gays, héteros, brancos ou negros, mas sim da arte. Sim, a boa e velha arte, que as pessoas (digamos) leigas sempre acham que deve extrair emoções como tristeza e alegria e, ainda, ser bela e facilmente compreensível.

Esses dias, com a minha supermania de hyperlink, acabei chegando num blog meio random, cujo dono nem sei quem é, mas pretendo ler o blog, pois achei alguns textos muito interessantes. Chamou-me a atenção esse post em questão.

Não sou nenhum teórico em história da arte, mas eu sei o suficiente pra dar uma esclarecida nas ideias escritas nele. (lembrando que só estou querendo informar, sem neuras)

Primeiramente, recomendo muito que vão à Bienal de Arte. Sei que todos tem a capacidade de interpretar certas coisas e ficar com certas caraminholas na cabeça, como eu mesmo fiquei com algumas obras que não identifiquei o significado. Agora, vamos ao que interessa.

Arte, nem sempre é bonitinha e facilmente compreensível. Se pensam que arte é só aquelas coisas que foram produzidas antigamente, como no período clássico, na Grécia e na Roma antiga, ou um pouco mais tarde, no período modernista, cheio daquelas porras de vanguardas que enchiam os nossos olhos com tamanha diversidade… estão um tanto enganados. A arte, às vezes, pode levantar questões altamente controversas, como um dos temas chave da Bienal, que é a Política, a Alienação e, acho, a Globalização desenfreada.

Gil Vicente (não, não é o cara do Auto da Barca do Inferno) trouxe a Política e um tantinho de religião nos seus desenhos. Um tanto polêmicos, mas eu adorei. Pergunto-lhes… já tiveram vontade de depôr/sumir com/dar uns tapas em/matar/whatever um político ou alguém muito influente que só fode com a vida de um grupo de pessoas, principalmente quando VOCÊ faz parte desse grupo. Não estou fazendo apologia ao “anticristianismo” ou o que quiserem chamar, mas, se não tivessem tantas relíquias arquitetônicas e de valor histórico e se eu tivesse cacife pra isso, já tinha tacado uma bela bomba no Vaticano. Sim, sou radical. RAWR!, mas não vim falar disso (e nem é assunto pra post futuro, pois discutir sobre religião, futebol, afiliação política e sexualidade com unhas e dentes… sempre sai briga).

“Um amontoado de madeira”, segundo minha tia. Uma crítica ao crescimento populacional desenfreado e à verticalização do mundo, por Hélio Oiticica, na minha opinião. Fala sério… tanta gente que mora nesses “apertamentos” de hoje em dia em que não cabem mais do que um corpo (nada a ver com o “Ipêrtamento”… ele é mara, xD). Eu entrei dentro de um desses e, quando fui sair, bati com a minha cabeça bem forte na madeira… Doeu. Formou um galo, mas tudo bem, tava c/ o cabelo grande, então ninguém viu, =X.

Foto tremida, mas dá pra perceber que é uma sala cheia de jornal espalhado no chão, certo? Será que não é assim que nos sentimos quando nos é despejado aquele excesso de informação por parte dos meios de comunicação, e nem sempre conseguimos decifrar toda ela, ou até mesmo aproveitar alguma coisa… Interpretação… Interpretação… É a alma da arte.

Mirrors… tão subjetivos e tão objetivos ao mesmo tempo. Olha só pra esse aqui… Reflete uma mesa cheia de revistas de fofoca, estética e celebridades… Somos realmente assim, ou estão generalizando?… Cada um a seu modo, mas todos nós nos espelhamos em alguma coisa que queremos ser, ou que não queremos ser, ou idealizamos um patamar onde queremos chegar…

Curiosidade final… São nomes de prédios residenciais existentes em São Paulo. Tudo bem que são poucos nomes, mas são só exemplos… A maioria, não é nacional. Ou seja, mais pontos pra multiculturalidade/miscigenação/mundialização/perda de identidade/whatever de Sampa.

Enfim… é isso. A arte nem sempre nos agrada diretamente. Às vezes ela mexe com certas feridas que não enxergamos ou as quais nos acostumamos… Artistas ainda sabem como mexer com o interior das pessoas de maneira direta. Queria que tivesse uma obra do grande Banksy lá, mas ele nem deu as caras… Fico por aqui, RAWR!, xD

Jovem Urso

P.S.: Fotos gentilmente cedidas por… mim! XD





Ineficiências

7 12 2010

Sinceramente, eu fico indignado com a ineficiência constante do transporte público de São Paulo. Tudo bem que são milhares de pessoas que passam por lá todos os dias e que é difícil manter tudo 100% organizado, mas… ninguém merece ter que pegar uma das linhas de trem mais movimentadas da região metropolitana e não ter qualidade nesse serviço. Revolto-me, principalmente, com a porra daqueles trens que são mais velhos que a minha avó e que foram (mal)reformados ao longo desses anos, enquanto que as outras linhas que tem a maioria das estações dentro de São Paulo recebem trens mais novos e confortáveis. Parece que a Companhia Porcaria de Trens Metropolitanos não entende que se ela é uma organização “PAULISTA” e “METROPOLITANA”, ela tem a obrigação de zelar pelaqualidade de todo o sistema de trens, e não só o da capital. E não venham com xurumelas de que São Paulo é uma cidade populosa, portanto tem certas prioridades… Tudo bem, aceito isso, mas não é desculpa pra simplesmente esquecer do resto.

Pelo jeito, isso só vai se resolver quando os passageiros se revoltarem e depredarem totalmente a porra daquele trem, que nem fizeram antigamente na ZL de Sampa ou no Rio de Janeiro (não estou generalizando, só ilustrando).

Fica aqui a minha revolta! RAWR!

Jovem Urso








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