Floresta dos Meus Sonhos

9 01 2011

E então eu me deparei com a visão daquela floresta, que sempre aparecia nos meus sonhos, porém, desta vez, ela não era turva e distorcida. Eu a via com meus próprios olhos.

Meu coração batia forte. Afinal, eu tinha esperado 18 anos da minha vida por aquele momento, que tanto sonhei, idealizei. E tinha sido melhor do que eu podia imaginar. Melhor, mais forte, mais intenso…

Foram os melhores minutos da minha vida até agora, e espero que minutos como esse se transformem em horas e dias e aconteçam novamente.

Eu não estava nem aí pros carros que passavam do lado de fora da cerca do parque, muito menos com os corredores que vez ou outra passavam por ali perto. Era o meu momento. Meu momento e do Pianista…

Só sei que agora passo o dia relembrando daqueles beijos…

Jovem Urso

P.S.: Eu ia postar isso na sexta à noite, mas acabei deixando pro sábado e adiei pra hoje, finalmente. Não consegui postar antes porque estava demasiadamente extasiado com meus sentimentos. Demorei pra conter essa sensação dentro de mim, visto que mosquei 90% do dia de ontem (ou seja, um Epic Fail Day, mas não estava nem aí)… hehehe.

P.S.2: Por causa do  mesmo motivo e de um pouco muita ansiedade pelo encontro eu não comentei muito nos blogs alheios, desde meu último post. Gomen nasai… xD

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Tornados da Minha Vida

3 01 2011

Dei uma fugidinha do blog porque precisava dar um jeito em mais um dos tornados de pensamento que aparecem dentro da minha cabeça. Foram alguns dias em que aconteceram tantas coisas importantes que  exigiram algum tempo de reflexão pra entender o porquê daquilo ter acontecido, se bem que eu não entendi a razão de algumas delas.

Poucos dias antes do Ano Novo, resolvi mostrar o meu blog ao meu casal de melhores amigos héteros numa conversa do MSN. Considerava eles pra caramba e eram as pessoas mais especiais pra mim, pois sempre foram os primeiros a me escutar, me ajudavam a tomar decisões… e contei primeiro para eles que eu era gay. Ampararam-me quando precisei e sempre estiveram presentes… Contudo, algo inesperado aconteceu. Minha amiga ficou um tanto chocada porque coloquei partes da minha vida na internet… Como se meu blog fosse acessado por todas as pessoas do mundo, ¬¬”. Tanta gente que faz isso, porque eu não posso fazer também? E quando eu disse isso, ela me rebate com a seguinte frase: “Se colocar um bacalhau na cabeça fosse moda, você também colocaria?”. Olha, essa foi a frase mais ácida que alguém já poderia ter me dito, ainda mais por ela, porque considerava minha melhor amiga. E mesmo depois da rasgação de seda em desculpas por ambos os lados sobre coisas irrelevantes para serem escritas aqui, creio eu que esse ácido da frase acabou por dissolver o tênue laço que nos unia. Pior que isso, pra mim, foi meu amigo ter sumido da conversa (que era a três). Não disse um simples “já volto”, nem nada. Por várias vezes eu perguntei onde ele estava e a minha amiga respondia um parco “é… ele deu uma sumida…”. Eu sei que podem ter acontecido várias coisas que requeriram a atenção dele naquele momento, mas pra mim o silêncio dele foi igualmente ruim.

Porra, não criei esse blog pra ser popular e nem porque mundos de gente criaram também e acharam legal. A finalidade do blog é ter um diário online que pessoas possam ler e comentar, não? Eu estava sozinho, enquanto eles estavam preocupados com seus próprios problemas e mal tinham tempo pra fazer outras coisas. Eu como não sou amigo chato, criei o blog (como o próprio nome já diz) pra me confessar, pra liberar minhas angústias e compartilhar minhas alegrias e fazer amigos.

No dia 31, eu estava bem desanimado, pois as memórias ainda ressurgiam dentro da minha mente. Memórias sempre felizes, dos momentos que já tínhamos vivido juntos e tal… Tentei me confortar com algo que alguém me disse quando contei do ocorrido: “Você ainda não encontrou o seu lugar ideal, e, por isso, ainda não encontrou amizades realmente verdadeiras. Eles estão vivendo no mundinho deles. Você sempre pensou além do que seus amigos pensavam, não só eles, mas todos os outros com quem você tentou fazer amizade. Não se preocupe… Você não vai estar sozinho pra sempre não, pode crer.” Foi duro? Foi, mas eu escolho continuar vivendo do que ficar choramingando.

A virada do ano foi regada a champagne e alguns entoos de “Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo”, enquanto os fogos saltitavam pelo céu escuro. Confesso que o pessoal do meu bairro se superou nessa queima de fogos. Várias queimas em vários lugares, e duas delas foram bem perto da minha casa. A luz cintilante e o barulho ensurdecedor dos fogos levaram pra longe a minha tristeza e me fizeram ver que as pessoas estavam felizes naquele dia, soltando fogos e desejando prosperidade para o próximo ano… Tenho um pouco de vergonha de dizer, mas tem quatro ou cinco anos que eu passo a Virada do Ano de camiseta e cueca vermelhas pra ver se atraio um pouco de sorte no amor, apesar de não ser muito supersticioso… hehehehe

Será que não precisei dessa sorte da virada? Acho que não… Quero mais é ver meu Pianista de novo… *-*

Um Ano Novo cheio de realizações a todos!

 

Jovem Urso





Closets are for clothes!

26 12 2010

Imagino que já deduziram a finalidade do post, não é? Focarei mais na minha história, que é um tantinho longa…

Por onde começarei… Hum… A primeira desconfiança…

12 anos, criança inocente ainda, mas que já começava a fazer as traquinagens sozinho. Ainda descobrindo o que diabos era aquele negócio de “bater punheta” que os meninos da turma tanto comentavam… Primeiro só com a imaginação, depois de um tempo comecei a caçar revistas comuns como Caras e Veja, procurando por mulheres de biquini e tal, logo que ouvia os meninos comentarem de gostosa X e gostosa Y pra lá e pra cá… Até que um dia, numa padaria, eu comprei uma revista pornográfica. Sim, uma revista pornográfica foi vendida a um garoto de 12 anos. Não tenho nenhuma vergonha mais em dizer isso, mas na hora… Fiquei tão vermelho quanto um tomate… E não era Playboy, nem Sexy, mas uma revista cujo idioma eu não fazia ideia de qual fosse e que continha imagens de sexo. Até aí tudo bem… um garoto comum… Mas eu começava a prestar atenção mais nos caras do que nas mulheres, inconscientemente, dizendo mentalmente “um dia quero ser que nem esses caras… pegar essas gostosas”… Eu era um moleque muito solitário e tímido (até hoje sou tímido), e como todos sabem, os tímidos sempre são os piores… hehehe

Chegou-me então aos ouvidos que existia um tal de “Cine Privê” na Band… E como eu tinha um super video-cassete “mudérníssimu” de 7 cabeças e que tinha como programar pra gravar canais e etc, comecei a gravar… Como sempre, prestava mais atenção nos caras… Até que comecei a me iludir de forma diferente… Tinha uns livros com fotos da Keystone, e um em especial tinham vários homens de diversas formas e tamanhos, e muitos com pouca roupa… Iludia-me com um “vou ser que nem esse cara… fortão e tal…”

Algum tempo depois me foi apresentado o primeiro filme pornô (porque convenhamos… Cine Privê é “blargh” nesse quesito). E por ironia do destino, tinha um negão… O negão, se é que me entendem… O filme ficou comigo por muito tempo, e eu só assistia a cena do negão, e prestava atenção demais no “objeto” dele… Foi aí que eu comecei a me questionar… Confuso, sabia que sentia tesão, mas não achava normal. “Meninos são pra gostar de meninas, certo?… Ou será que não… Será que sou anormal?” eram meus pensamentos mais comuns, naquela época…

Meses depois desse fato, encontrei uma revista de academia no salão de cabelereiros onde uma das minhas tias trabalhava e… surrupiei ela de lá. Homens bombadões… Adorava me masturbar olhando para eles (e adoro ainda)… “mas era errado!”. Cometi o grande erro de recortar algumas das imagens e esconder no topo do box do banheiro, pra não ter que ficar carregando a revista pra lá e pra cá. Como ninguém enxergava nada ali, estava tranquilo… Até que um belo dia minha mãe resolveu limpar lá, coisa que nunca tinha visto ser feita…

Mãe: Filho… eu quero conversar com você…
Filhote: O que é, mãe?
Mãe: Eu encontrei essas fotos no banheiro… O que elas estavam fazendo lá? *mostra as fotos dos bombadões*
Filhote: Err… bem… eu… (ai, caralho… tô fudido… como vou explicar isso??? OMG!)
Mãe: Me diz o porquê! *tom calmo*
Filhote: Bom… é que eu… tenho feito exercícios na escola e… fico me admirando no espelho… aí peguei essas imagens pra mim comparar, mas acabei esquecendo lá… Eu quero ser que nem esses caras, mãe…
Mãe: Ah… é mesmo? De verdade?
Filhote: É…
Mãe: Então vai ter que começar a parar de comer tanta bolacha com leite… haha

Whew… por pouco não?

Bom… prosseguindo mais um pouco, até uns 14 anos. Esse tempo todo eu me torturei com aquele pensamento de “isso é errado, mas é só uma fase”. Até que resolvi andar com uns caras + pegadores e tentar beijar algumas garotas na porta da escola, à tarde… Bom… Não durou muito tempo… Uns 2 beijos depois eu entrei numa fase difícil, em que eu me isolei de tudo e de todos, tirando alguns amigos, e me concentrei nos estudos… “Assexuei-me” completamente até os 16 anos, que foi a época que tive acesso à internet em casa, pois até então só tinha usado LAN Houses…

Tirando os jogos, eu às vezes pesquisava um pouco de pornografia e talz… até que estava entrando só na seção gay nos “porno tubes” da vida… Um belo dia caí na besteira de baixar um vídeo… E como o PC era do meu tio… ele viu e contou à minha mãe.

Mãe: seu tio me contou que você baixou um filme pornô gay no computador dele… Isso é verdade?
Filhote: sim, mas…
Mãe: Filho, você é gay? (1ª vez)
Filhote: … Não, mãe… foi só um engano besta… Achei que fosse um anime e baixei… Confundi o nome… E não dava pra ver a preview do vídeo no site…
Mãe: Preview? Que isso?… *trechos desinteressantes*

Mais tarde… numa conversa informal pós-churrasco… Estávamos num assunto sobre homossexualidade e outras coisas, pois descobriram que um primo distante meu era gay. Já tinha meus 17 anos.

Mãe: … Ah… sei lá como eu reagiria se isso acontecesse comigo.
Tia 1: Bom, Mãe, você teria que reagir normalmente, né? Afinal, é seu filho. Fico com pena daquelas mãe que enxotam os filhos assim que descobrem o que os filhos são.
Tia 2: Você fala isso porque não é seu filho. Duvido que você aceitaria…
Tia 1: Claro que aceitaria… eu acho…
Mãe: Bom, eu não preciso me preocupar, mas vou fazer o teste. Filho, você é gay? (2ª vez)
Filhote: (WHY IN THE HELL ELA ESTA PERGUNTANDO ISSO PRA MIM????!!!) *cara hiper-supresa* … Eu? Claro que não! E mesmo se fosse, não contaria agora no meio de todo mundo… *vai pra casa*

Mais impreciso, impossível né?

Bom… a partir daí fiquei bastante paranóico com o que eu fazia no PC, já que tinha o meu próprio. Não deixava minha mãe ver minhas conversas, nem ver o que eu estava lendo. Pra ela, eu só mexia pra fazer trabalho, assistir desenho e jogar. Até que surgiu esse maldito personagem nessa novela xexelenta. E depois da confissão dele… Ha! Meus problemas só pioraram, pioraram… pioraram…………. Até que ontem, 2 e pouca da manhã, eu com fone no ouvido, vendo sacanagem na internet… não escuto minha mãe levantar do quarto dela e abrir a porta, que dá direto pra sala. Guardei minhas “coisas”, dei Esc e desliguei o monitor…

Mãe: credo! Que é que você tava fazendo aí que não posso ver? Tá parecendo o Gerson já!
Filhote: *imóvel, mudo, com cara de WTF, misturado com OMG*

Minutos depois, eu fui dormir.

No café da manhã de hoje, o assunto veio à tona quando minha irmã saiu da mesa.

Mãe: Eu ainda não entendi o que você tanto esconde naquele computador…
Filhote: Só minhas conversas, meus vídeos…
Mãe: E precisa dar uma de Gerson pra esconder isso? Tô ficando preocupada…
Filhote: Não é nada, mãe… É que só quero ter privacidade…
Mãe: Humm… tá… Por acaso você é gay e não quer me contar? (3ª vez)
Filhote: Não, mãe, não é isso…
Mãe: Olha, seja o que for que você tá escondendo, é chato você fazer isso. Poxa vida, a gente mora na mesma casa e você não compartilha nada comigo? Parece que estou vivendo com um completo estranho!
Filhote: Mãe, não precisa de tanto drama…
Mãe: Filho, você tem que entender que eu sou sua mãe, e que não precisa esconder nada de mim. Não importa o que seja, você vai continuar a ser o meu filho e eu vou continuar te amando como sempre te amei…
Filhote: *silêncio* (oh shit… apelou…)… Mãe, quer saber de uma coisa?
Mãe: O quê?
Filhote: Eu sou gay. *murmurando*
Mãe: Eu desconfiava… *murmurando*

*hugs*

Eu juro… juro… juro que não imaginava que seria tão de boa assim. Acho que isso, pra mim, foi tão melhor do que ganhar na loteria… Tirou-me um peso gigantesco das costas… E apesar da minha mãe ainda se preocupar comigo mais ainda, ela está feliz porque eu fui sincero com ela… Mas ela tem que aprender muito… muito mesmo… Acho que vou apresentar o Mãe, Sou Gay pra ela mais cedo do que eu esperava, já que ela até me perguntou se não havia nenhuma mãe de filho gay aí pela internet que tivesse um site… Custa nada né?

Bom… assim me despeço dessa minha fase de esconder as coisas e partirei pra sinceridade. Meu “closet” era somente a minha mãe. O resto eu não tenho vontade de contar. Se descobrirem, não fui eu que contei, e se descobrirem… pra mim não faz a menor diferença. Minha mãe era quem realmente importava e quem continua importando.

Jovem Urso

P.S.: Pelo visto, mesmo eu detestando o Natal e querendo me juntar ao Lobo, ao Voy e ao Braccini no “Manifesto Anti-Natal” (XD), o Ursão Noel foi generoso comigo no presente, apesar do atraso… hehe





Jovem Urso Informa

18 12 2010

Estava eu passeando pelo meu reader e vi um post deveras interessantíssimo no Mãe, Sou Gay. Primeiramente gostaria de parabenizar a autora do blog pelos ótimos posts, que já venho lendo a algum tempo. Pretendo passar o endereço desse blog para a minha própria mãe, quando esta estiver “incluída digitalmente” e souber da minha condição… (não sei como ela sobrevive sem internet até hoje, mas…).

Realmente, penso que a educação quanto à homossexualidade nas escolas é um tanto falha, pois não faz muito tempo que saí dela (1 ano apenas). Apesar de não aparentar tanto ser gay, eu me sentia acuado com os comentários que eram feitos a respeito de nós… Juro que, até os 16 anos, eu pensava que TODOS os gays, uma hora ou outra ficavam efeminados e um pouco andróginos (nada contra os efeminados) e temia por isso, pois não imaginava como eu iria conviver com isso. Agora sei que existem os efeminados, os que dão um pouco de pinta, os que não dão pinta nenhuma, dentre outros tipos.

São pessoas normais como qualquer outra, com características únicas como qualquer outra. A escola pública (e a particular também, convenhamos) carece de informações sólidas a respeito desse assunto e achei bem bacana a iniciativa de ter sido criado um Kit Escola Sem Homofobia. Como minha mãe sempre me dizia, a educação na escola e em casa é a base para a formação do caráter de uma pessoa. Apesar de os alunos não absorverem com eficiências certas matérias por causa de dificuldades próprias, uma coisa é certa: alunos absorvem os resultados das relações interpessoais que tem na escola.

Não vou prolongar mais, pois não sou nenhum pedagogo nem teórico na área e, ainda, não tenho tanta vivência para dissertar mais longamente sobre isso. Acho mais do que importante disseminar essa notícia. Leiam, e se já tiverem lido e quiserem ler de novo para ver se perderam alguma parte da notícia, leiam de novo, =)

 

Jovem Urso





Ineficiências

7 12 2010

Sinceramente, eu fico indignado com a ineficiência constante do transporte público de São Paulo. Tudo bem que são milhares de pessoas que passam por lá todos os dias e que é difícil manter tudo 100% organizado, mas… ninguém merece ter que pegar uma das linhas de trem mais movimentadas da região metropolitana e não ter qualidade nesse serviço. Revolto-me, principalmente, com a porra daqueles trens que são mais velhos que a minha avó e que foram (mal)reformados ao longo desses anos, enquanto que as outras linhas que tem a maioria das estações dentro de São Paulo recebem trens mais novos e confortáveis. Parece que a Companhia Porcaria de Trens Metropolitanos não entende que se ela é uma organização “PAULISTA” e “METROPOLITANA”, ela tem a obrigação de zelar pelaqualidade de todo o sistema de trens, e não só o da capital. E não venham com xurumelas de que São Paulo é uma cidade populosa, portanto tem certas prioridades… Tudo bem, aceito isso, mas não é desculpa pra simplesmente esquecer do resto.

Pelo jeito, isso só vai se resolver quando os passageiros se revoltarem e depredarem totalmente a porra daquele trem, que nem fizeram antigamente na ZL de Sampa ou no Rio de Janeiro (não estou generalizando, só ilustrando).

Fica aqui a minha revolta! RAWR!

Jovem Urso





Reunião

5 12 2010

Eu nunca fui o bicho mais sociável do mundo, mas… é muito raro um amigo meu convidar-me pra ir na sua casa e eu recusar… E acho que hoje (ontem?), fiz bem em não recusar o convite do Edu e do Mau pra visitar o “Ipertamento” deles. Achei mais do que linda a vista da sacada. É uma pena que tantos prédios estejam sendo construídos em volta. Espero que não tapem a excelente visão que vocês tem dali.

Peço que me desculpem um pouco se não fui lááá muito caloroso e um tanto tímido, mas sou assim quando estou conhecendo o pessoal novo. No entanto, quando eu começar a “me sentir em casa”… sou outra pessoa, hehehehe.

Mau, adorei saber que não sou um alienígena por não ter me acostumado com touchscreen. Geez… Trequinho complicado… Prefiro um smartphone com aquelas milhares de teclas… Botão rulez! hahahaha

Edu… saiba que eu ri muito imaginando você dentro daquela roupa de ciclista… Imaginação fértil e rápida dá nisso… xD

Wans e Melo, adorei suas tattoos e suas histórias. E é claro, a sinceridade do Melo… me fez rir muito. Queria falar tudo na lata assim, sem medo, mas isso vem com o tempo (acredito), ^^

David (Deivid?), que pessoa mais dada é você, homem! Nem parece que é tão exigente assim… hauhauhuahuahua (brincadeira).

Renatinho, sorry por não conhecer seu blog. Eu posto faz pouquinho tempo… Ainda estou explorando os outros blogs que existem por aí. Vou adicionar o seu ao meu Reader, ^^. Gah… e vê se não mata a sua mãe do coração c/ essas surpresas, hein? kkkkkkk

Marco e Danilo… que história a de vocês, hein? Quando é pra dar certo… dá certo mesmo. Começo a acreditar que o destino realmente proporciona surpresas realmente extraordinárias. Ah, e Marco, valeu pelo abraço, xD (sem ressentimentos, hein Danilo, haha).

Kleber (com “c” ou com “k”?) SAM, lembrei de você no trem… tinha um cara com fone de ouvido no meu vagão… dublando uma música da Lady Gaga (fone alto da porra… o_o). Bad Romance ainda por cima… Ri litros!

Enfim… não foram só essas as minhas recordações do dia de hoje, mas foram as mais notáveis (pra mim). Não esquentem… pra mim a primeira impressão não é a que fica (espero que pra vocês também não… heh). Adorei muito ter me reunido com caras tão legais. Senti-me incluído no mundo gay, xD. Ah, e nunca falei tanto de rola e ouvi tão pouco sobre rashas quanto hoje, hehehehe

É… pelo visto a melhor coisa que eu fiz foi ter começado a ampliar meus horizontes pelos meios que eu tinha acesso… ou seja, a internet. Sabendo usar… dá nisso, xD

Abração a todos, e que venham novas reuniões, x)

Jovem Urso

Edit: P.S.: Da próxima vez eu levo o Pianista pra vocês conhecerem, tee hee… ^^





A Saga do Filhote Solitário – Parte 3

29 11 2010

Bom, cá estou eu novamente, mas não pra falar de mim, nem do Pianista. Vim aqui registrar, mesmo que atrasado (como sempre), a minha revolta para com a homofobia declarada pelo chanceler da universidade onde estudo. Sim, eu estudo no Mackenzie. E não, eu não estava no meio da manifestação. Primeiro porque não sou assumido, como sabem. Segundo, não sou o tipo de cara que é militante gay ativamente. Dou meu apoio e tal, mas eu mesmo prefiro não me envolver nessas manifestações. Talvez seja porque sou novo no mundo gay e não sei muito bem das coisas, ou talvez seja porque não me identifico com os métodos adotados até hoje. Não sei se já comentei, mas eu não concordo com a existência da Parada Gay da forma como ela é hoje, só que isso é assunto pra outro post… Prosseguindo…

Fiquei altamente revoltado com essa publicação no site do Mackenzie. Porra, parecem que não entendem que não é só a administração da universidade é que é responsável pela imagem dela? Esquecem que o corpo discente também tem uma opinião própria e nem sempre concorda com a opinião da administração. Foi um erro imenso ter redigido tal comunicado. Não acho errado cada um exprimir a sua opinião, afinal estamos num país dito democrata e liberal. Sei que a igreja presbiteriana é contra o homossexualismo, sei de tudo isso, mas… Custa certas pessoas ficarem de boca calada?? Enfim… fica aqui a minha indignação.

Agora… apesar de que eu disse que não ia falar de mim, num primeiro momento, mas eu vou falar dos últimos acontecimentos no meu curso…

Cara… eu faço faculdade de Desenho Industrial… olha só o que me acontece bem no final do semestre… Perdi minha pasta A3, com TODOS os meus trabalhos que tinha feito da 2ª metade do semestre pra cá. Fora que foram-se réguas, esquadros, blocos de papel e etc…  Fiquei desconsolado e não sabia o que fazer… Só depois que tive a ideia de ir procurar a professora de Desenho, disciplina que perdi a maioria dos trabalhos. Felizmente ela me deu um prazo maior pra entregar os trabalhos… Na sexta-feira, entreguei 4 dos 6 trabalhos, e fiquei com notas relativamente boas, =D.

Tinha, ainda, 2 trabalhos maiores a serem apresentados. Um de Ética e um de História da Arte. O de Ética era uma animação, e eu lhes falo… Designers e futuros designers que me lêem… não substituam uma apresentação de slides por uma animação quando você não tem tempo suficiente pra fazer… Deu tudo certo, no fim das contas, com muitas correrias… Suicida isso…

Mais suicida foi nosso trabalho de História da Arte. Foi feito em uma semana, e era justamente sobre o suicídio… hahaha. O resultado final foi brilhante, apesar do prazo curto. Certamente a professora ficou maravilhada com nossa construção interativa de isopor pra sustentar os nossos vitrais góticos com a temática do suicídio segundo Émile Durkheim.

Agora tenho só uns trabalhos menores a serem feitos… E tentarei fazer postagens mais constantes e interessantes. Desculpem-me se o post não foi lááááá essas coisas, mas eu simplesmente senti que devia ser escrito, =)

 

Filhote Solitário








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